Esta é, de facto, uma grande questão. Porque será que, independentemente da ocasião (nascimento, aniversário, baptizado, casamento, doença, falecimento, comemoração, tristeza,...), oferecemos flores? É que é algo que cai bem em qualquer ocasião. Ninguém fica ofendido quando lhe oferecemos flores. Mesmo que a pessoa não aprecie, dificilmente terá coragem de o admitir.As flores acompanham assim o percurso de cada um de nós. Mesmo os homens, quanto mais não seja por oferecerem (se bem que certamente não tantas vezes como gostaríamos), estão ligados a este tema. É óbvio que as flores mudam consoante a situação e o contexto. Inclusivamente há obras publicadas sobre o significado da especie oferecida e da quantidade escolhida. Quem desconhece o significado das rosas vermelhas?
No entanto e, é por isso que me estou a debruçar sobre o assunto, as flores apesar de todas as boas vibrações que lhes estão associadas, mais tarde ou mais cedo, fenecem, murcham, perdem o viço, a graça, a vontade de viver e transformam-se num incomódo sujo e mal-cheiroso. Será que, com o tempo, o mesmo acontece às boas intenções de quem as oferece?
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