Quando era miuda, ligava a estas coisas. Os feriados faziam sentido, havia algo para comemorar e eu dava importância a essas coisas. Não era só o Natal (25 Dezembro), o Ano Novo (1 de Janeiro), a Páscoa, o 25 de Abril, o Dia do Trabalhador (1 de Maio) ou o Dia de Todos os Santos (1 de Novembro). Os outros feriados também contavam: o dia de Portugal, Camões e das Comunidades (10 de Junho), a Implantação da República (5 de Outubro), a Restauração da Independência (1 de Dezembro). Devo confessar que os outros feriados religiosos nunca me disseram grande coisa: 15 de Agosto (Assunção de Nossa Senhora), 8 de Dezembro (Imaculada Conceição).
Mas, actualmente, a situação é muito pior. Estou convencida de que as pessoas se estão a borrifar para a razão dos feriados e muitas vezes até a desconhecem por completo. O importante é ver se dá para fazer ponte e não trabalhar mais uns diazinhos. O resto, o resto que se lixe!
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